sábado, agosto 05, 2006

como antigamente...

Entre o autor e o público, posta-se o intermediário.
E o gosto do intermediário é bastante intermédio, medíocre.
Medianeiros médios pululam nos meios, onde, galopando, teu pensamento chega.
Um deles considera tudo sonolento:
"sou homem de outra têmpera! perdão", e repete um só refrão:
"O público não compreenderá".
Camponês, só viu um faz tempo, antes da guerra.
Operários, deu com dois, uma vez, numa ponte, vendo subir a água da enchente.
Mas diz que os conhece como a palma da mão.
Que sabe tudo o que querem!Aqui vai meu aparte: chega de chuchotar bobagens para os pobres. Também eles, podem compreender a arte.
Logo, que se eleve a cultura do povo! Uma só, para todos.
(Maiakovski)

3 comentários:

Diego disse...

Amanda!
vou colocar aqui algo que escrevi em meu caderno um dia desses:

I´ll ride my bike to see the stars far and far...on empty streets i found a company.waiting for a Tyler´s Durden punch in the eye.gettin tired of this walls,sick of all this falls.sad girl say she would back someday.yellow rocket set me free tonite.to walk away whitout foolish pride.i always wanted to know, more than let so gray this way...

Beijos minha escritora preferida!!!

Luís Fernando disse...

Buenas.
Você tem dois fãs declarados. E olha que nem publicou na internet ainda.
Que orgulho. =)
Se cuida.
29 beijos.

Carlos disse...

Tem de se atingir a todos. Aquilo que é bom não pode ficar restrito.